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Os “inventos” de Jobs PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
Sex, 04 de Novembro de 2011 00:00

Os “inventos” de Jobs

MP3 Players, smartphones, tablets. Produtos que, hoje, fazem parte do dia a dia de muita gente, e são desejados por milhares mundo afora. Steve Jobs não os inventou, mas foi o responsável por torná-los tão importantes na mente das pessoas, que tornaram-se, para uma geração, uma “necessidade”.

A Apple já tinha sido, na década de 1980, precursora no universo dos computadores para uso pessoal, com o Apple II. A grande virada da empresa, no início da década de 2000, se deu quando Jobs percebeu uma brecha no mercado. Tudo teria começado quando Jon Rubinstein, um engenheiro responsável pelo setor de hardware da Apple, voltou do Japão com a ideia de adaptar hard drives para o consumo portátil de música. Steve e sua equipe começaram a trabalhar o conceito. Outros profissionais como os designers Tim Wasko e Jonathan Ive começaram a pensar maneiras de o produto ser atraente, funcional e ter uma bateria duradoura (problema que os raros players da época enfrentavam).

Steve Jobs durante o lançamento do iPod Nano
O produto final foi o iPod, a grande revolução da indústria do entretenimento. A partir de seu lançamento – em 2001 - o consumo de música mudou, de modo que o surgimento da iTunes Store em 2003 consolidou essa revolução. Hoje, as grandes gravadoras e os artistas já pensam que esse pode ser o caminho para que as vendas continuem e a pirataria seja combatida.

Todo ano são lançadas novas versões do iPod, de maneira que quando o primeiro modelo, lançado em 2001, aparece em imagens, muitas pessoas ficam chocadas com seu aspecto “antiquado”. Em 2007, Jobs tirou outra carta da manga e aprimorou o universo que ajudou a criar. O lançamento do iPhone, um smartphone touch-screen, com acesso à internet e um iPod “embutido” revolucionou o mercado da telefonia.

iPhone se tornou um sucesso de vendas
Essa história teve início alguns anos antes. Outras empresas já trabalhavam no conceito de aparelhos sensíveis a toque, mas em 2005 uma equipe de desenvolvimento da Apple apresentou a Jobs uma versão de testes de um tablet com display de vidro touch-screen com funções variadas, como digitação de textos, edição de imagens. Jobs manteve a ideia guardada – o que viria a se tornar o iPad, lançado em 2010 – e aprimorou o conceito para a telefonia.

Em 27 de janeiro de 2010, Steve Jobs apresenta o tablet da Apple, o iPad
No lançamento, em 2007, Jobs disse a plateia que estava ali para apresentar três novidades: um iPod com tela maior e touch-screen, um telefone celular diferente de tudo o que se tinha visto até então e um gadget para acesso à internet. Todos eles, contudo, estariam centrados em um só aparelho, o iPhone. A mágica estava feita. Quando em janeiro de 2010, o iPad foi lançado, também já existiam tablets no mercado. O que Jobs fez foi vender às pessoas a ideia de que elas precisam daquele aparelho e do quanto ele é essencial em suas rotinas. Ler, ouvir música, assistir a vídeos e navegar pela internet são ações que ainda podem ser feitas das maneiras que as pessoas estavam habituadas. O iPad concentrou as possibilidades em um gadget, portátil e que, como o Apple II, lá no início da década de 1980, mudou a forma como as pessoas se relacionam com seus computadores.

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Luiz Guilherme Alves

Última atualização em Seg, 08 de Setembro de 2014 18:32